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Sites acusam miss EUA de ligação com fundamentalistas islâmicos

Sites acusam miss EUA de ligação com fundamentalistas islâmicos

Atualizado: Terça-feira, 18 Maio de 2010 as 9:34

Diversos sites de movimentos conservadores americanos acusaram a ganhadora do concurso Miss Estados Unidos, Rima Fakih, de 24 anos, de ter vínculos com fundamentalistas islâmicos devido à sua origem árabe-libanesa.

Rima, de 24 anos, foi proclamada na madrugada desta segunda-feira (17), em Las Vegas, a nova rainha da beleza dos EUA na 59ª edição do concurso, que voltou a ser marcado pela polêmica.

A vitória suscitou críticas de grupos de internautas, que dizem que o grupo militante islâmico Hizbollah, acusado de terrorismo por EUA e Israel, apoiou financeiramente a campanha de Rima, que nasceu em uma família árabe no Líbano.

A advogada e comentarista política Debbie Schlussel chegou inclusive a afirmar que a própria miss era uma defensora das atividades do grupo armado.

''Fontes de inteligência confirmam que pelo menos três parentes de Fakih são atualmente dirigentes do Hizbollah, e que pelo menos oito membros de sua família foram terroristas do Hizbollah mortos por Israel nas últimas guerras entre Israel e Líbano'', escreveu Schlussel em seu site.

O portal Jewish Internet Defense Force (Força de Defesa Judaica na Internet - JIDF) afirmou que a eleição de Rima ''era um dia obscuro para os EUA''. A miss foi acusada pelo grupo de apoiar o fundamentalismo islâmico.

Em 2009, o Miss EUA também gerou controvérsia com a coroação da miss Califórnia, Carrie Prejean, depois que ela disse ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A organização do concurso acabou retirando o título meses depois, alegando uma ''violação de contrato'' por parte de Carrie.

Rima participou do concurso de beleza representando o Estado de Michigan, para onde se mudou com sua família em 2003, após crescer em Nova York, onde estudou em uma escola católica.

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