
O ator Kirk Douglas lançou um livro no qual contou as dificuldades que enfrentou durante a produção do filme "Spartacus", de 1960, época em que o senador Joseph McCarthy perseguia os cineastas americanos, acusados por ele de comunistas em sua "caça às bruxas" nos movimentos de esquerda no período da Guerra Fria.
"A caça às bruxas destruiu vidas e carreiras. Eu fiz \'Spartacus\' com um roteirista que estava incluído na lista negra e que teve que se esconder sob um pseudônimo para encontrar trabalho", explicou nesta segunda-feira Douglas em um comunicado por ocasião da publicação no próximo mês do livro "Sou Spartacus!".
A estrela de Hollywood lembrou que realizou um filme épico sobre a liberdade numa "época na qual a liberdade nos Estados Unidos estava em perigo", e disse ver semelhanças entre o período e o clima político atual, motivo pelo qual resolveu escrever sobre a produção da obra.
Este é o décimo livro publicado pelo ator, que tem 95 anos. A publicação tem uma introdução escrita por George Clooney e será lançado nos EUA em 12 de junho em formato digital e impresso, além de ter versão em áudio narrada com a voz de seu filho, Michael Douglas.
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