Cruzada no Congo atrai 400 mil pessoas e milhares aceitam Jesus: ‘Muitos foram curados’

Muitas curas e libertações de espíritos malignos foram registrados na “Campanha Jesus que cura”, realizada pelo evangelista Dag Heward-Mills.

Fonte: Guiame Atualizado: quarta-feira, 15 de abril de 2026 às 15:31
A “Campanha Jesus que cura” está acontecendo nesta semana no Congo. (Foto: Reprodução/Instagram/Willem Fiege).
A “Campanha Jesus que cura” está acontecendo nesta semana no Congo. (Foto: Reprodução/Instagram/Willem Fiege).

Uma cruzada evangelística está atraindo uma multidão para ouvir o evangelho na República Democrática do Congo e já registrou muitas conversões a Cristo.

A “Campanha Jesus que cura”, realizada pelo evangelista Dag Heward-Mills, iniciou na quarta-feira (14), na cidade de Kikwit.

Cerca de 400 mil pessoas compareceram no primeiro dia da cruzada, segundo o evangelista Willem Fiege, um dos pregadores convidados do evento.

“Vibraram de alegria para encontrar Jesus naquela noite. Cânticos de louvor irromperam, acompanhados por danças africanas. A sensação foi de estarmos de volta aos tempos bíblicos, quando as tribos de Israel se reuniam para adorar a Javé”, contou Willem, em publicação no Instagram.

Curas e libertações

Após o momento de louvor, o evangelista Dag anunciou a mensagem de salvação. Durante o apelo, milhares de congoleses foram tocados por Deus e se entregaram a Jesus.

A cruzada também foi marcada pela libertação de espíritos malignos e por curas. “Demônios começaram a se manifestar e foram repreendidos e ordenados a sair. Uma fila de fiéis se levantou para testemunhar como Jesus os curou de cegueira, doenças e dores”, testemunhou Willem.

Perseguição no Congo

A “Campanha Jesus que cura” vai acontecer até o dia 18 de abril. A cruzada evangelística acontece em meio a uma onda de ataques contra comunidades cristãs no Congo.

Na Semana Santa, terroristas das Forças Aliadas Democráticas (ADF), um grupo extremista aliado ao Estado Islâmico, atacaram a vila de Bafwakao, no território de Mambasa, matando 43 cristãos.

Em janeiro, terroristas das ADF também assassinaram 25 cristãos em um ataque brutal na vila de Apakolu, durante a madrugada.

“Eles iam de porta em porta, executando civis sem piedade e incendiando casas”, disse um agricultor ao International Christian Concern.

Especialistas apontam que as ADF aumentaram sua letalidade nos últimos anos, com ataques sistemáticos contra civis – muitas vezes em zonas remotas do Congo, com pouca proteção do governo.

A República Democrática do Congo ocupa a 29ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.

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