Mãe de 98 anos se muda para casa de repouso para cuidar de filho de 80 anos

Um ano após o filho se mudar para a casa de repouso, Ada não suportava mais viver sozinha ao mesmo tempo em que se preocupava com o filho.

Fonte: Guiame, com informações do GOD TVAtualizado: segunda-feira, 27 de junho de 2022 13:33
Ada, de 98 anos, abraçada ao seu filho Tom Keating, de 80. (Foto: Reprodução / GOD TV)
Ada, de 98 anos, abraçada ao seu filho Tom Keating, de 80. (Foto: Reprodução / GOD TV)

Enquanto há protestos pela decisão da Suprema Corte americana sobre a suspensão da lei do aborto em âmbito nacional, a história inspiradora de uma mãe chama a atenção.

Aos 98 anos, uma mãe se mudou para a mesma casa de repouso onde seu filho de 80 anos vive para que ela pudesse cuidar dele.

Tom Keating nunca se casou, e sempre morou com a mãe, Ada. Após se aposentar como pintor e decorador, ele teve que residir no Moss View Care Home, em Liverpool, para a receber mais cuidados e apoio para sua condição.

Segundo o God TV, um ano após o filho ter se mudado para a casa de repouso, Ada Keating não suportava mais viver sozinha ao mesmo tempo em que se preocupava com o filho. Então, ela decidiu se mudar para a mesma casa de repouso com Tom.

Tom ficou encantado com a decisão de sua mãe.

“Estou feliz em ver minha mãe mais agora que ela mora aqui”, ele disse. “Às vezes ela diz 'comporte-se'. Ela é muito boa em cuidar de mim.”

Um amor de mãe

A equipe da casa de repouso ficou mais do que satisfeita por ter Ada sob seus cuidados. A relação mãe e filho os encoraja a serem mais solidários.

“É muito raro ver mães e filhos juntos na mesma casa de repouso. E certamente queremos tornar o tempo deles o mais especial possível. Eles são inseparáveis”, disse Philip Daniels, gerente da Casa de Repouso.

Ele acrescentou: “É muito tocante ver o relacionamento próximo que Tom e Ada compartilham, e estamos muito satisfeitos por termos conseguido atender às necessidades de ambos”.

Mesmo na velhice, Ada cuida incansavelmente do filho. “Digo boa noite para Tom em seu quarto todas as noites, e vou dizer bom dia a ele”, contou.

Vínculo profundo

Ada diz que eles ainda têm um vínculo profundo, mesmo na velhice.

“Quando eu for ao cabeleireiro, ele vai me procurar para saber quando eu volto. Quando eu voltar, ele virá até mim com os braços estendidos e me dará um grande abraço. Você nunca deixa de ser mãe.”

Tom é o mais velho de quatro filhos; ele tinha três irmãs, Barbara, Margi e Janet, que faleceram aos 13 anos.

Ada trabalhou como enfermeira no Mill Road Hospital antes de se aposentar.

Seus familiares os visitam com frequência em casa e ficam felizes em ver os dois juntos novamente.

Debi Higham, neta de Ada, vem visitar os dois com frequênci e diz: “Não há como separá-los. É reconfortante para nós que ambos estejam sendo atendidos 24 horas por dia, 7 dias por semana.”

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